Não insistas para que minha narrativa seja linear...nunca insisti para que a vida o fosse.
Ensina-me: Como medir o imensurável e existir no tempo?
Tudo é mais, demais...intenso.
Diga-me: o que dentro de mim sou eu? Já não sei...
Não sei mais o que construí, e o que me foi construído
Mas lembro de algumas coisas que destruí: o amor.
O amor tornou-se imperfeito, tão imperfeito que acabou.
Fui esmagada, sem mesmo ser abraçada.
O pó que virei, joguei no vento...dali renasci, renascemos, eu e o amor, como uma flor, de vento.