Uma vontade de gargalhar, logo em seguida de chorar. Páscoa no Buttes Chaumont. um almoço com Amalie depois de algumas andanças por ruas aleatórias daquele quartier desconhecido entre Dinamarca e Brasil.
 Alguns suspiros entrecortados, ainda subiu um choro contido.

Canal St Martin nas manhãs dominguentas, com as idas esfumaçadas e as voltas floridas. a paisagem do 96, ao fazer um corte diagonal nas poucas Pari(s) que teve a chance de conhecer...e as vezes levantava os olhos do livro para Notre-Dame, sob a trilha sonora de. “Eu não existo sem você”.

 Pela manhã, de mensagem faz-se o soluço, rompe. Todo aquele universo que guardava em si: c.o.n.t.i.d.o. O nada faz romper algumas lágrimas, o soluço entrecortando os suspiros, os lábios trêmulos, o diafragma em espamos
... a sequência, cuja ordem de fatores não altera o resultado, se repete, se alterna. Morosa e dramaticamente.
Há quem diga que tenha tido início em vidas passadas, mas não se sabe bem. Reproduzindo, de alguma forma, o efeito dramático, ela se divide entre glamour e terror. Décadance avec élégance.